Indignação na Coreia do Sul cresce após suspeitos de agressão que matou diretor seguirem soltos

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Cinco meses após a morte do diretor Kim Chang Min, suspeitos acusados de agressão com resultado fatal continuam em liberdade. Imagens de CCTV exibidas pela JTBC reacenderam a comoção e levaram a críticas às decisões que negaram pedidos de prisão.

A revolta pública na Coreia do Sul aumentou nos últimos dias após a divulgação de novos detalhes sobre o caso que terminou com a morte do diretor de cinema Kim Chang Min. Passados cerca de cinco meses do episódio, os suspeitos apontados como responsáveis pela agressão fatal seguem em liberdade, o que tem gerado forte cobrança nas redes sociais e na imprensa local.

Segundo o Star News, a comoção ganhou força depois que a JTBC exibiu imagens de câmeras de segurança (CCTV) e relatos de testemunhas que registrariam toda a sequência da agressão. Em meio à repercussão, internautas passaram a buscar e compartilhar informações pessoais dos envolvidos. Fotos e supostos dados de duas pessoas encaminhadas ao Ministério Público sem prisão preventiva por acusação de agressão com resultado em morte vêm circulando amplamente.

O ponto central das críticas é a ausência de detenção, apesar de a ocorrência ter sido em outubro de 2025. Veículos locais relatam que a polícia pediu mandados de prisão em duas ocasiões, mas ambos teriam sido negados sob o argumento de que os investigados possuem residência fixa e não haveria risco de destruição de provas.

A polêmica aumentou ainda mais após a informação de que um dos suspeitos teria lançado uma nova faixa de hip-hop no YouTube no início do mês anterior, com letras consideradas provocativas. As autoridades, no entanto, não confirmaram oficialmente nem se manifestaram sobre essa alegação.

O caso ocorreu na madrugada de outubro de 2025, em Guri, na província de Gyeonggi. De acordo com o relato, Kim Chang Min havia levado o filho a um restaurante 24 horas após a criança pedir tonkatsu (costeleta de porco empanada). Uma discussão com um grupo de jovens por causa de barulho teria evoluído para violência. Em reportagem da JTBC, uma testemunha descreveu que o diretor teria sido atacado por cerca de seis homens na faixa dos 20 anos, incluindo um golpe de estrangulamento dentro do restaurante e agressões que continuaram do lado de fora, além de menções a uma área próxima sem câmeras.

Fonte original: Public Outrage in South Korea as Suspects Remain Free After Director’s Death – https://kbizoom.com/kim-chang-min-assault-suspects-not-arrested-public-outrage-korea/

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